A CENTRAL · 1 DE 4
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Entradas, cálculo e saídas
A arquitetura da injeção
A central lê os sensores, calcula e comanda os atuadores. Os cálculos de injeção e de ignição são sincronizados com o giro do virabrequim.
Entradas analógicas de 0 a 5 V: pressões, temperaturas, borboleta, pedal, sonda. Entradas de pulsos e frequência: rotação, fase, velocidade.
Dentro: fonte com proteções, condicionadores de sinal, microcontrolador de 32 bits com memória flash, drivers de potência e transceptores de rede.
Saídas: injetores, bobinas, borboleta, bomba, cânister, variador de fase, relés. A maioria é chaveada pelo negativo, com diagnóstico de circuito aberto e curto.
Mapas e parâmetros formam a calibração: a mesma central serve a motores diferentes, com outra calibração.