Polias variáveis: VANOS, VVT-i e similares
Girar o comando em relação à polia muda a fase: a válvula abre e fecha mais cedo ou mais tarde, com o mesmo levante e a mesma duração.
Alfa Romeo (1980) foi a primeira em série, com variador na admissão. Depois vieram BMW VANOS (1992) e Toyota VVT-i (1996).
No variador de palhetas, o rotor preso ao comando gira dentro da carcaça presa à polia. Óleo de um lado ou do outro das palhetas adianta ou atrasa o comando.
A central comanda a válvula de óleo por PWM e confere a posição pelos sensores de fase e de rotação: controle em malha fechada.
Com variador nos dois comandos, o cruzamento vira recirculação interna de gases: menos bombeamento e menos NOx.
Fechando a admissão bem depois do PMI, o motor trabalha em ciclo Atkinson ou Miller. O variador elétrico (Toyota, 2007) age até na partida a frio, sem depender da pressão de óleo.